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Sinto que finalmente estamos vivendo um movimento extraordinário contra a corrente. Esse movimento está fazendo com que a gente se liberte dos padrões, dos estereótipos, das correntes, de nós mesmos e dos monstros que criamos e que nos ensinaram a alimentar.

Esse movimento está fazendo com que a gente não aceite calados os julgamentos, os preconceitos, as falas maliciosas que ditam o que é certo usar, o que é certo vestir, o jeito certo de ser.

Algo está emergindo dentro de corpos ocos e cansados do pouco amor evocados por si mesmos, pouco amor que também se contenta com pouco amar, que se submete a situações e a pessoas tóxicas, por não saber ou por ter sido ensinado que é preciso deixar de ser quem é para poder ser amado.

Esse movimento está salvando e levantando a estima de tanta gente que não encontrava mais saída. Porque sabemos o quão difícil é ir contra a tudo que nos ensinaram, e nos ensinaram muito bem.

Sabemos o quanto é difícil se amar, podemos ser as pessoas mais fortes, lúcidas, empoderadas, mas a força que fazem para que a gente não se aceite por inteiro, por muitas vezes parece ser mais forte do que toda a força que nos sustenta.

Uma vez eu li, que mudamos com cada palavra que nos faz acreditar que isso é possível, então agradeço a cada palavra, texto, imagem, reportagem que insiste em dizer o quanto é importante se amar, o quanto é importante se aceitar, porque se alguma das nossas palavras chegarem a corações cansados, incentiva, são motivos para acreditar.

Então se ame tanto e mostre para o mundo a maravilha que isso pode nos causar, a caminhada é longa, é difícil, vão tentar te oprimir, te rotular, te sugar, mas nenhuma sensação na vida vai se comparar com o seu olhar no espelho, sabendo que você fez as pazes consigo mesmo.

E não se importe se os outros vão gostar de você, você se lembra? Tem tanta gente lutando para gostar de si mesmo!


Indico essa série para todos aqueles que acreditam no destino e em todos os encontros que estão programados para nós. Para todos os amantes de histórias que nos envolvem e nos preencham, que nos dão esperança e muitas vezes motivos para acreditar nas nossas próprias histórias.

Touch é uma série cheia de mistério e encantos, que mostra através dos encontros a realidade que muitas vezes buscamos. É uma série para os apaixonados pelo mundo psi. Jake é um autista capaz de fazer com que todos nós queiramos desbravar seu mundo e nos questionar sobre tantos mundos alheios que nos rodeiam e que deixamos escapar por nossos olhos.

É também, uma série que nos mostra o amor de um pai por um filho. Filho esse que não é compreendido, que é descriminado, amor de pai que é capaz de tudo, até mesmo de quebrar a barreira da comunicação e do toque, capaz de se diminuir para ocupar o lugar de aprendiz em uma relação que muitas vezes se ocupa o lugar de quem "ensina".

É uma das séries que nos ensinam a repensar e a se refazer, e acredito que como a série nos mostra, quem tira um tempo para assistir, está no lugar certo, na hora certa, fazendo o que é preciso.

Essa série tem duas temporadas e foi cancelada após a segunda, lendo alguns blogs de séries e cinemas, a série carregou muitas críticas, positivas e negativas e conseguiu muitos fãs. A série está disponível na Netflix em suas duas temporadas, vale a pena assistir e tirar suas próprias conclusões! (Sigo assistindo também, é uma série que iniciei a poucas semanas e estou amando, espero carregar essa empolgação até o fim da segunda temporada, quem assistiu ou for assistindo pode passar por aqui para me contar o que achou, boa viagem para todos nós pelo mundo de Jake)

DÊ PLAY:

Sim, sou grossa. Aliás, meu amigo, bem grossa. Mas por favor, não venha colocar defeitos, afinal, não foi por falta de aviso. Tenho consciência de todos eles, e não tenhas duvida quanto a isso. Todos esses defeitos me assombram a cada relação que tento ter, é, eu tento, por que elas não costumam ter nenhuma eficácia, caso contrário, não estaria escrevendo neste momento essa carta. 

A cada sorriso e lágrima, estou aqui, caindo e levantado, esperando por aquele que irá me tirar um sorriso bobo quando eu estiver prestes a explodir, ou aquele que irá me presentear com o meu chocolate favorito naquela noite fria que eu tiver chorosa por causa da TPM, aliás, você sabe né, fizemos um paradoxo com esses hormônios. 

Ou ainda, aquele que ficará comigo um final de semana inteiro assistindo nosso seriado predileto na netflix, deitados no sofá, bebendo chocolate quente ou até mesmo aquela velha cerveja. 

Ah meu amigo, se você soubesse os planos que eu tenho pra nós, viagens, carinhos, histórias, fugidas, safadezas é claro, mas se você soubesse tudo aquilo que estou louca para nos proporcionar, talvez, mas só talvez, você não demoraria tanto para me encontrar. 

Então meu bem, por favor, não demore. Estou esperando por você aqui, enquanto isso estou seguindo sozinha, mas por favor, chegue logo.

Kalinka Sonntag


Eu permaneci aqui durante meses assistindo você se entregar nos braços dele, de novo e de novo, e sempre depois de tanto me dizer: "Essa é a última vez." Eu estava lhe assistindo enquanto você acreditava nas mesmas mentiras e desculpas. Aceitando que ele "sempre se atrasa", que o "telefone dele, sempre fica sem bateria", vendo você sorrir de dia e chorar à noite.

Eu estava parada assistindo tudo isso, porque você dizia que o amava e eu sempre acreditei que quem ama, perdoa. Mas depois de um tempo, fui notando que já não era amor, era obsessão, era comodismo, era necessidade! Você precisava provar para ele ou para você mesmo, que esse "quase amor" podia dar certo, e você estava disposta a tudo.

Você começou a anular seus sonhos, suas vontades, a preferir ir nos lugares que ele estaria, a se submeter a esperar ele durante a noite inteira. E ele se acostumou, começou a lhe chamar só quando queria, ele sabia que você o perdoaria, que você iria esquecer todo o mal em troca de uma noite de promessas, quando você sabia que seu coração estava implorando por certezas.

Eu estava cansada de ver seus choros e de lhe ver sofrer quando decidi te abrir o olho, ser sincera, lhe mostrar o que só você não estava conseguindo ver. Mas você não estava preparada para escutar tantas verdades, você estava preparada só para escutar o que queria. Você decidiu ir contra a suas amigas, a sua família, decidiu se cegar por completo.

Você precisa virar a página amiga e aceitar que por mais que você queira o amor dele, talvez não seja ele o cara que vai te amar. É difícil, eu sei, você tem mil e uma qualidades, eu também não entendo, mas não queira entender. A vida na hora certa vai lhe entregar o amor que você merece. O amor que vai fazer todas essas desilusões e sofrimentos valerem a pena.

Até lá, eu só peço para que você tente parar de insistir em que já desistiu de você a muito tempo. E eu sei que você vai entender que todas as minhas palavras são sinceras e são para salvar e eu estarei de braços abertos, pronta para juntas queimarmos essa página e iniciarmos uma novinha. Estou com tequila, não demora viu?


As relações contemporâneas andam tão vazias e de vazio seguem sendo construídas. A cultura do desinteresse parece ter criado um solo fértil, as relações e os relacionamentos andam tão superficiais, nas noites não criamos mais diálogos seguros e construtivos, beiramos no “Olá, como vai você?” “Qual seu nome?” “Está acompanhado?” quando chegamos nessas palavras, às vezes são apenas dois vazios ao se encontrar e nada se acrescenta e nada se aprende.

Existem os que digam que às vezes precisamos de encontros superficiais, encontros momentâneos, mas só quem já teve encontros demasiados assim ou que tem algo a transbordar por dentro, não se contenta mais com tão pouco. Não queremos encontrar um amor, queremos encontrar alguém capaz de sustentar uma conversa para que possamos recordar.

Afinal, eu sinceramente acredito que existem tantos encontros que foram perdidos, pela falta de se interessar pelo outro, pela falta de perguntar algo “clichê” que possa talvez te rotular. Algo que faça o outro sair da zona de conforto, porque às vezes um: Olá, como vai você? (Vem carregado de tantas outras coisas)

Você anda dormindo bem? Conte-me sobre seus sonhos, os que você tem enquanto dorme ou os que você tem acordado, tanto faz! Fale-me sobre a sua série preferida, o nome do teu cachorro, o seu primeiro tombo, juro que não vou rir ao saber do seu primeiro amor. Fale-me sobre o motivo de você se fechar pro mundo, onde começou seu medo de se entregar?

Fale-me qual foi o dia mais feliz da tua vida até o momento, o que você sentiu e quem estava ao seu lado. Conte-me sobre seus amigos, os momentos que vocês já passaram juntos, as músicas que você mais gosta as músicas que você já deixou de escutar por lembrar-se de alguém. Conte-me sobre suas lutas, seus medos, seus planos, seus delírios, a comida que você mais gosta, a cidade que você sonha em conhecer, quantos filhos você quer ter ou se prefere ter cachorros ao invés de gatos.

Fale-me se você gosta de olhar o céu, o mar, se seu coração sente saudades...

Conte-me tudo, mesmo que só por hoje, eu quero ser alguém que você possa ter uma conversa rara e longa, alguém que você tenha certeza que possa ser!

Sente-se fale sobre o seu mundo, me deixe conhecer quem mora atrás desses olhos castanhos, só não seja apenas mais um “como vai você?” de um bar qualquer! 

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