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       Esqueça todo o romantismo, Shakespeare e Vinícius de Moraes. O amor pode até bater lá pelas bandas do coração, mas ele é resultado de complexas reações químicas que acontecem no cérebro .
Afinal, o amor tem   algo a ver com a  Química? Na verdade AMOR É QUÍMICA! Todos  os sintomas que serão relatados têm uma explicação  científica:  são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada   
O que é o amor?
     O amor deixa homens e mulheres de perna bamba, coração acelerado e a cabeça no mundo da lua. Mas será que isso causa alguma mudança em nossos corpos?    


  Você já ouviu esta frase: Rolou uma química entre nós! Será que existe mesmo uma explicação científica para o amor?
      Embora seja agradável pensar que seguimos o coração, a verdade é que a ciência tem explicações menos poéticas para as demandas românticas. "Os homens devem saber que do cérebro, e só do cérebro, derivam prazer, alegria, riso e divertimento, assim como tristeza, pena, dor e medo". A frase foi dita por Hipócrates (460-377 a.C.) há milhares de anos, mas continua certeira. Significa que aquele amor envolto em corações flutuantes, que foi incessantemente idealizado por escritores, poetas e cineastas não é bem do jeito que eles pintam.

     Esqueça o cupido, a sorte ou mesmo a união sublime e inexplicável de almas. "Nada é tão ao acaso, nem tão romântico" diz Carmita Abdo, psiquiatra coordenadora do Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas. O amor nada mais é do que o resultado de uma complexa cadeia de reações químicas do cérebro, e existe com o intuito único de propagar a nossa espécie. Em outras palavras, amamos porque somos o resultado de um processo evolutivo bem sucedido: ao entrarmos em uma relação estável, as chances de criarmos com sucesso nossos descendentes são muito maiores.

Vamos conhecer então algumas substâncias responsáveis para que o amor aconteça:

    A dopamina produz a sensação de felicidade, a adrenalina causa a aceleração do coração e a excitação. A noradrenalina é o hormônio responsável pelo desejo sexual entre um casal, nesse estágio é que se diz que existe uma verdadeira química, pois os corpos se misturam como elementos em uma reação química.

Viciado em amor: A dopamina é a química de prazer do cérebro, a mesma que das drogas. Quando as pessoas se apaixonam, a dopamina é liberada, fazendo com que os casais se sintam eufóricos e com muita energia sobre o outro. Essa química pode estar presente tanto no começo do namoro e até com muitos anos de relacionamento.

Frio na barriga:  Outro ingrediente que faz parte da poção do amor é a noradrenalina. Este hormônio do estresse aumenta o ritmo cardíaco e pode fazer com que a pessoa se sinta quente e agitada quando está perto de alguém especial. Ela também pode ser responsável por essa sensação de "friozinho estômago". Consequentemente a pessoa ficará com as mãos suadas, boca seca e palavras desajeitadas. A feniletilamina é responsável por sermos positivos e termos sensações boas.

              A serotonina têm sua ação nos apaixonados por estar em falta. Quando nos encontramos com baixos níveis desse neurotransmissor tendemos a ficar obcecados, a ter uma espécie de fixação no ser amado. Aliás, algo curioso a ser comentado é que, monitorando os níveis de serotonina de portadores de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), percebe-se que estes são muito semelhantes aos níveis que se encontra em pessoas apaixonadas. Ou seja, o amor deixa-nos loucos- de verdade!

Entenda melhor pelo mapa científico:


     feito por Ivana Munes


Veja também outros dados que os mesmos podem causar:





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